segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Governador do Pará volta a acompanhar o trabalhos em prédio que desabou

O governador Simão Jatene voltou, na manhã deste domingo (30), ao local do desabamento de um prédio na Avenida 3 de Maio, no bairro de São Braz, em Belém. Na área do acidente, Simão Jatene conversou com os comandantes operacionais dos órgãos do Sistema de Defesa e Segurança Pública que estão atuando diretamente no trabalho de retirada dos escombros e resgate das vítimas. Também estavam no local o secretário de Segurança Pública, Luiz Fernandes Rocha, o secretário de Comunicação, Ney Messias, e o comandante geral do Corpo de Bombeiros, coronel Luiz Cláudio da Costa.
"Lamento profundamente essa tragédia e faço questão de engrandecer a extrema solidariedade das pessoas, a união de todas as forças de segurança, da iniciativa privada, Forças Armadas, dirigentes e funcionários dos órgãos envolvidos nas ações de busca e resgate. Essa impressionante união de esforços nos permite enfrentar as dificuldades de outra forma", disse o governador.
Permanecem na área os efetivos da Polícia Militar, Polícia Civil, Defesa Civil Municipal e Estadual, Cruz Vermelha, Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, Serviço de Atendimento Médico Urgente (Samu/192), Companhia de Transportes de Belém (CTBel), Departamento de Trânsito do Pará (Detran) e Guarda Municipal, além de tropas do Exército e Fuzileiros Navais.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o trabalho de remoção dos escombros deve durar cerca de duas semanas. As equipes que trabalham no local contam com o apoio de equipamentos pesados, como retroescavadeiras, caçambas, tratores de esteira e pás mecânicas. O material foi cedido por empresas privadas que prestam serviço à Prefeitura de Belém. Os militares do Corpo de Bombeiros atuam no local com o apoio de cães farejadores.
Na manhã deste domingo a coordenação da operação liberou o acesso aos moradores dos edifícios "Londrina" e "Real Dream", localizados às proximidades do acidente. Eles retiraram seus animais e pertences dos apartamentos. Em seguida, os dois prédios foram evacuados.
Vistoria - Técnicos do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, oficiais do Corpo de Bombeiros e o engenheiro Paulo Barroso, especialista em cálculo estrutural, também realizaram nesta manhã uma vistoria técnica mais detalhada no edifício "Blumenau", que fica ao lado do prédio que desabou. Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Costa, "essa vistoria mais profunda vai possibilitar a verificação de desníveis, possível inclinação e se o edifício foi abalado", informou.
Por volta de 4h30 da madrugada equipes de resgate conseguiram localizar o corpo de uma mulher, não foi identificado. Segundo o major Augusto Lima, coordenador adjunto da Defesa Civil do Estado, não foi possível identificar o corpo por estar bastante desfigurado. O cadáver foi encaminhado ao Centro de Perícias para exame de DNA. Continuam desaparecidos os operários Manoel Raimundo da Paixão Monteiro, José Paulo Barros, Luiz Nazareno Lopes e Izaías Menezes Mafra.
Sobre possíveis denúncias que teriam sido feitas ao Ministério Público por moradores da área, os promotores Marco Aurélio Nascimento (de Defesa do Consumidor), José Godofredo Santos (Urbanismo) e José Maria Lima (Constitucionais), que também foram ao local nesta manhã, informaram que o órgão não recebeu nenhuma denúncia relativa a questões estruturais da obra. "Não podemos partidarizar um fato dessa natureza. As denúncias feitas não envolvem questões estruturais, envolvem questões referentes a prazo de entrega da obra", ressaltou o governador.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

- História da Aviação Civil -

Deixando de discorrer sobre a pré-história da aviação, sonho dos antigos egípcios e gregos, que representavam alguns de seus deuses por figuras aladas, e passando por sobre o vulto de estudiosos do problema, como Leonardo da Vinci, que no século XV construiu um modelo de avião em forma de pássaro, pode-se localizar o início da aviação nas experiências de alguns pioneiros que, desde os últimos anos do século XIX, tentaram o vôo de aparelhos então denominados mais pesados do que o ar, para diferenciá-los dos balões, cheios de gases, mais leves do que o ar.
            Ao contrário dos balões, que se sustentavam na atmosfera por causa da menor   densidade do gás em seu interior, osDemoiselle aviões precisavam de um meio mecânico de sustentação para que se elevassem porseus próprios recursos. O brasileiro Santos Dumont foi o primeiro aeronauta que demonstrou a viabilidade do vôo do mais pesado do que o ar. O seu vôo no "14-Bis" em Paris, em 23 de Outubro de 1906, na presença de inúmeras testemunhas, constituiu um marco na história da aviação, embora a primazia do vôo em avião seja disputadapor vários países. Entre os aeronautas pioneiros, podemos citar: Gabriel Voisin, Louis Blériot, Wilbur e Orville Wright, Trajan Vuia e Henry Farman.
            No período de 1907 a 1910, Santos Dumont realizou inúmeros vôos com o monoplano Demoiselle (foto). Patrono da Aeronáutica e da Força Aérea Brasileira, onde recebeu a patente de Marechal-do-Ar, faleceu em São Paulo em 1932, sendo considerado até hoje, o brasileiro que mais se destacou a nível mundial na história da aviação.Boeing 314 Clipper
            Ao vôo de Santos Dumont seguiu-se um período de competição entre países da Europa e os Estados Unidos, na conquista de recordes de velocidade e distância. Com a I Guerra Mundial, a aviação tomaria considerável impulso, em virtude do uso dos aviões como arma de grande poder ofensivo, mas seria na década de 1920/30 que esse avanço se consolidaria.
            Desde antes da I Guerra Mundial, atravessar o Atlântico sem escalas era a meta dos aeronautas e projetistas de aviões. Em 1919, Raymond Orteig, de Nova Iorque, ofereceu um prêmio de US$ 25.000,00 a quem voasse de Nova Iorque a Paris, sem escalas. De fins de 1926 até 1927 vários aviadores norte-americanos e franceses tentaram a conquista do prêmio. Finalmente, venceu a prova um piloto do correio aéreo, Charles Lindbergh.
            Nos três anos seguintes, foram realizados muitos outros vôos sobre o Atlântico, inclusive a primeira travessia feita por uma mulher, Amélia Earhart, em junho de 1928, juntamente com dois outros pilotos. Quatro anos depois, a aviadora norte-americana voaria sozinha, atravessando o Atlântico.Douglas DC-7 que fazia a rota Nova Iorque - Londres
            Em 1931, Wiley Post e Harold Gatty fizeram a primeira viagem relativamente rápida ao redor do mundo, no monoplano "Winnie Mae": percorreram 15.474 milhas em 8 dias e 16 horas. Em 1933, Post realizaria sozinho o vôo ao redor do mundo em 7 dias e 19 horas. Em 1938, Howard Hughes faria, num bimotor, a volta ao mundo em 3 dias e 19 horas.
            O transporte internacional principiou a ser feito em larga escala depois da II Guerra Mundial, por aviões cada vez maiores e mais velozes. A introdução dos motores a jato, usados pela primeira vez em aviões comerciais (Comet), em 1952, pela BOAC (empresa de aviação comercial inglesa), deu maior impulso à aviação como meio de transporte. No fina da década de 1950, começaram a ser usados os Caravelle, a jato, de fabricação francesa (Marcel Daussaud/Sud Aviation). Nos Estados Unidos, entravam em serviço em 1960 os jatos Boeing 720 e 707 e dois anos depois o Douglas DC-8 e o Convair 880. Em seguida apareceram os aviões a turbohélice, mais econômicos e de grande potência. Soviéticos, ingleses, franceses e norte-americanos passaram a estudar a construção de aviões comerciais cada vez maiores, para centenas de passageiros e a dos chamados "supersônicos", a velocidades duas ou três vezes maiores que a do som. Nesse item dos supersônicos, as estrelas internacionais foram o Concorde (franco-britânico) e o Tupolev (russo) que voam até os dias de hoje.
            No final da década de 60 e início da década de 70 surgiram modelos capazes de transportar até 400 passageiros, como o Boeing 747, o Douglas DC-10, o Lockheed Tristar L-1011 - todos americanos e mais recentemente o Airbus (consórcio europeu), o Douglas MD-11 e os Boeing 767 e 777 - norte-americanos. Os supersônicos comerciais, o TupolevBoeing 727-100, da Pan Am 144 e o Concorde iniciaram linhas regulares, tendo sido a primeira inaugurada em Janeiro de 1976, que cobria o percurso Rio de Janeiro - Paris em menos de sete horas, considerando uma escala em Dacar, para reabastecimento. Este vôo era efetuado pela companhia aérea francesa Air France. Posteriormente a maioria desses vôos, inclusive o da Air France, foram suspensos em razão do alto custo com combustíveis e manutenção e pelo volume pequeno de carga e de passageiros transportados por vôo (144). A velocidade exigia uma aerodinâmica compatível, os aviões eram estreitos. Hoje em dia ele é ainda utilizado em vôos de luxo e poucas rotas comerciais frequentadas sempre por abonados turistas ou executivos. A poluição sonora desses aviões supersônicos causou também problemas ecológicos e eles acabaram sendo proibidos de pousar em importantes aeroportos como Nova Iorque e Dacar, que era a escala do vôo Rio - Paris.
            No início do século XXI, a Boeing (americana) e a Airbus (européia) dominam o mercado mundial de grandes jatos. A Boeing incorporou a Douglas, a Lockheed produz apenas aviões militares e outras novas empresas chegaram ao mercado internacional com força, como a holandesa Fokker, a brasileira Embraer e a canadense Bombardier. O mercado de jatos executivos também está em alta e os maiores mercados são Estados Unidos, Brasil, França, Canadá, Alemanha, Inglaterra, Japão e México, pela ordem.

Leia também:
A história da aviação civil no Brasil
                       Empresas aéreas brasileiras
                       Curiosidades
- distância entre as capitais e fatos aeronáuticos
Boeing 707.300 da Pan Am, no Galeão - Rio de Janeiro (www.portalbrasil.eti.br)

domingo, 23 de janeiro de 2011

Pais, filhos e drogas – O que fazer?

O crescimento do número de jovens viciados em drogas tem preocupado muitos pais. Lidar com um filho adolescente já é um grande desafio quando o filho não é viciado em drogas. Quando a droga entra em jogo, a situação se torna muito tensa e delicada.
O diálogo aberto e constante com os filhos é essencial para orientar e alertar sobre o risco das drogas, mas os pais não devem esperar ouvir que o filho experimentou alguma droga para falar sobre o assunto.
É importante que os pais informem-se sobre os riscos de certas drogas e evitem falar disso com discursos dramáticos. Fale com seus filhos de maneira clara e objetiva. Ouça-os e esteja sempre aberto a perguntas, respondendo sempre com franqueza. Se não souber a resposta, assuma ao invés de tentar mostrar que sabe tudo. Os filhos ganham confiança nos pais quando esses são abertos e agem com honestidade.
Infelizmente, não há uma fórmula que os pais possam usar para prevenir que seus filhos se tornem viciados em drogas. Eles devem fazer a parte deles, dando afeto aos filhos desde o nascimento, sendo bons exemplos dentro de casa e mantendo um relacionamento saudável e aberto com os filhos, sempre orientando-os e se dispondo a ouví-los, mas não podem decidir por eles.
Quando os pais descobrem que o filho é um dependente, eles têm a tendência de tentar tomar as rédeas da situação e agir com suas próprias forças, muitas vezes com as emoções à flor da pele. Porém, os pais não devem tomar nenhuma atitude sem antes procurar um especialista no assunto e receber uma orientação adequada de como lidar com o filho. Como existe uma variedade grande de drogas com diferentes efeitos, algumas sendo legais e outras ilegais e algumas sendo socialmente mais aceitáveis do que outras, os pais de filhos dependentes recebem orientações diferentes de acordo com o tipo de droga em jogo. Existem várias instituições de ajuda a pessoas com problemas relacionados ao uso de drogas; informe-se e não tenha vergonha de procurá-las.
Os pais de filhos viciados em drogas normalmente se sentem culpados pelas escolhas dos filhos, mas eles devem entender de que seus filhos são responsáveis pelas suas próprias decisões. Pode ser que eles (os pais) tenham errado na educação de seus filhos, afinal todos nós somos suscetíveis a errar, mas eles devem olhar de maneira madura para a situação, encarando os erros e procurando mudar ao invés de carregar uma culpa que não lhes pertence.
O caso de filhos viciados em drogas é muito delicado. Procure ajuda de quem entende do assunto e não entre em desespero. A restauração é possível.
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Noticias de Desaparecidos Tragédia Rio De Janeiro


A Evangélica Denise atribui sua sobrevivência e da família a Palavra de Deus:“Mil cairão ao teu lado e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti”Sl 91:7


O Ministério Público do Rio de Janeiro, através do trabalho realizado pelo Programa de Identificação de Vítimas (PIV), está diariamente consolidando listas de pessoas desaparecidas nos municípios da Região Serrana atingidos pela chuva na semana passada. As informações registradas por parentes e amigos são checadas com dados de hospitais e IML. Na totalização finalizada por volta das 20 horas desta terça-feira (18/01), ainda sem os dados de Petrópolis, chegou-se aos seguintes números de desaparecidos:


Teresópolis – 95
Nova Friburgo – 82
Cordeiro – 1
São José do Vale do Rio Preto – 1
Bom Jardim – 3
Localidades não informadas - 25
Total - 207

A lista será frequentemente atualizada e poderá ser consultada no site do MPRJ (www.mp.rj.gov.br). A equipe do PIV está trabalhando também em Friburgo, Teresópolis e Petrópolis. Além de poder preencher o formulário com informações das pessoas desaparecidas também no site do MPRJ, quem quiser registrar desaparecimento pode ligar para o número (21) 2283-6466, das 8h às 18h, diariamente.

Central de Informaçãoes Sobre Desaparecidos em Nova Friburgo

Em meio ao caos e à devastação provocados pelas chuvas dos últimos dias, várias pessoas sofrem também com a falta de informações sobre parentes na cidade de Nova Friburgo. Para ajudar na divulgação de informações sobre desaparecidos, a cidade colocou em funcionamento, nesta terça-feira, uma central telefônica gratuita. O número 0800-0221011 e a ligação gratuita.

Governo Federal Cria Blog Para ajudas

O Palácio do Planalto criou um blog que reúne informações sobre as ações do governo federal em auxílio às vítimas das chuvas na região serrana do Rio de Janeiro.O blog foi colocado no ar nesta terça-feira (18), e reúne informações atualizadas de todos os ministérios envolvidos nos trabalhos de ajuda no estado. As informações são atualizadas pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom).  Quem acessar o blog terá detalhes sobre as ações nas localidades atingidas, números de contas bancárias para doações, endereços para envio de mantimentos, vídeos, fotos e áudios. O blog Mobilização Federal na Região Serrana do RJ pode ser acessado pelo endereço: http://mobilizacaofederal.blogspot.com/

A História Da Costureira Denize (Que Ilustra o Artigo)

Mil cairão ao teu lado e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti”. O salmo 91 reproduz bem o que aconteceu com a costureira Denize da Silva Rima, de 38 anos. Evangélica, ela havia lido a Bíblia, na noite de terça-feira, como de costume, inclusive essa passagem.

Poucas horas depois, Denize presenciou, de sua janela, várias casas desabarem no bairro da Prainha, em Nova Friburgo. Assustada, acordou a filha, de 16 anos, o irmão e a família dele. Saíram do imóvel correndo e buscaram abrigo num bar. Denize e a família conseguiram sobreviver. A costureira ficou apenas com escoriações nas mãos, mas as marcas do que aconteceu dificilmente se apagarão de sua cabeça.

— Estava na janela e vi tudo. Saí de casa e tentei ajudar as pessoas, mas deu um relâmpago que iluminou tudo e vi uma avalanche vindo. Por sorte, a terra me jogou para trás. Se eu tivesse um pouco mais à frente, eu teria sido levada — disse.

Por coincidência, na semana anterior à tragédia, ela tinha subido até o alto do morro que desabou. Vislumbrou a possibilidade de um dia isso acontecer. E foi isso que ela pensou quando o temporal começou.

— Pensei que as pedras podiam rolar e acertar as casas aqui embaixo — disse.

Ontem, ele voltou para ver sua casa. Foi uma das poucas que restou de pé na área em que ela vivia. Pelas contas de Denize, pelo menos 18 casas simplesmente sumiram no meio do monte de terra que ruiu. Com ajuda de familiares e amigos, ela retirava os pertences e se emocionava com o que ocorreu. Antes de escapar do pior, ela ainda ouviu os gritos de socorro de alguns vizinhos.

— A terra tremeu. A última coisa que escutei foi minha vizinha gritando “ Denize, me tira. Tira meus filhos.” Vai ser difícil de esquecer. É um trauma. Foi terrível, nunca vi uma coisa tão triste assim na minha vida — disse ela, que está vivendo na casa de uma irmã.

CAMPEONATO PARAENSE 2011 – TABELA - 1ª FASE

CAMPEONATO PARAENSE 2011


1ª RODADA

JOGOS DATA DIA HORA LOCAL
Ananindeua x 2º da 2ª Div. 01.12 QUA 16h00
Santa Rosa x 1º da 2ª Div 01.12 QUA 16h00 (Mãe do Rio - Esstádio Jaozão)
Time Negra x Sport Belém 01.12 QUA 16h00
Castanhal x Tuna 01.12 QUA 20h30 Castanhal

2ª RODADA

Tuna x Time Negra 05.12 DOM 10h00 Souza
Ananindeua x Sport Belém 05.12 DOM 16h00
2º da 2ª Div. x Santa Rosa 05.12 DOM 16h00
1º da 2ª Div x Castanhal 05.12 DOM 16h00

3ª RODADA

Time Negra x 1º da 2ª Div 08.12 QUA 16h00
Sport Belém x Tuna 08.12 QUA 16h00
Santa Rosa x Ananindeua 08.12 QUA 16h00 (Mãe do Rio - Esstádio Jaozão)
Castanhal x 2º da 2ª Div. 08.12 QUA 20h30 Castanhal

4ª RODADA

Tuna x Ananindeua 12.12 DOM 10h00 Souza
Castanhal x Santa Rosa 12.12 DOM 16h00
1º da 2ª Div x Sport Belém 12.12 DOM 16h00
Time Negra x 2º da 2ª Div. 12.12 DOM 16h00

5ª RODADA

Tuna x 1º da 2ª Div 15.12 QUA 16h00
Sport Belém x 2º da 2ª Div. 15.12 QUA 16h00
Santa Rosa x Time Negra 15.12 QUA 16h00 (Mãe do Rio - Esstádio Jaozão)
Ananindeua x Castanhal 15.12 QUA 16h00

6ª RODADA

2º da 2ª Div. x Tuna 19.12 DOM 16h00
1º da 2ª Div x Ananindeua 19.12 DOM 16h00
Sport Belém x Santa Rosa 19.12 DOM 16h00
Time Negra x Castanhal 19.12 DOM 16h00

7ª RODADA

2º da 2ª Div. x 1º da 2ª Div 22.12 QUA 16h00
Santa Rosa x Tuna 22.12 QUA 16h00 (Mãe do Rio - Esstádio Jaozão)
Castanhal x Sport Belém 22.12 QUA 16h00
Ananindeua x Time Negra 22.12 QUA 16h00


OBS: Os dois primeiros colocados garantem vaga na fase principal do Parazão 2011.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Número de mortos na Região Serrana chega a 355

Rio - Autoridades informaram, nesta quinta-feira, que o número de mortos em decorrência das fortes chuvas na Região Serrana subiram para 355. A madrugada na região foi de chuva fraca e sem registros de deslizamentos ou desabamentos, mas a previsão é que novas pancadas caiam sobre Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo.
As autoridades informaram que 168 pessoas morreram em Teresópolis, outras 152 em Nova Friburgo e 35 em Petrópolis.
Foto: EFE
Foto: EFE
As buscas só foram interrompidas em Petrópolis durante a madrugada em decorrência da falta de energia elétrica. O Corpo de Bombeiros informou que os trabalhos foram retomados às 7h. Em Teresópolis e Petrópolis, os militares trabalharam sem interrupção. Outros pontos da Região também foram afetados com gravidade. Em São José do Vale do Rio Preto e na localidade do Areal a água subiu muito e causou a destruição de casas e carros.
Entre as estradas a mais afetada foi a RJ-116. Mesmo liberada, a via ainda tem 20 trechos de queda de barreiras e outros tomados por muita terra e lama.

De acordo com o 15º GBM (Petrópolis) o Vale do Cuibá, um dos locais mais atingidos, teve de ter as buscas interrompidas no trecho que liga Itaipava a Teresópolis também em decorrência da falta de luz e à quantidade de lama. Os bombeiros voltam ao trabalho na manhã desta quinta-feira.
Em Teresópolis, a Defesa Civil informou que o trabalho de resgate das vítimas continua em nove dos 17 pontos atingidos pelas chuvas. As buscas serão intensificadas nos bairros de Barra de Imbuí e Espanhol, onde a situação é considerada como crítica. A Secretaria de Meio Ambiente estima que ainda existam 25 desaparecidos.

Na tarde de quarta-feira, o governador Sérgio Cabral pediu ajuda à Marinha para o trabalho de resgate. Os militares colocaram à disposição um helicóptero Super Puma e outro Esquilo, que se juntam a cinco aeronaves do governo do estado e que terão a missão de fazer o transporte de pessoal e equipamentos.

Em resposta ao pedido de ajuda do Rio e de São Paulo, também atingido pela chuva, a presidenta Dilma Rousseff anunciou a liberação de R$ 780 milhões. Para ter a dimensão dos estragos, Dilma vai sobrevoar as áreas atingidas nesta quinta-feira.

Região Serrana enfrenta a pior catástrofe de sua história

Castigada por um temporal que fez chover em 24 horas mais do que era esperado para todo o mês, a Região Serrana do Rio enfrenta desde a noite de terça-feira a pior catástrofe de sua história e uma das maiores do estado. Com o número de mortos, desabrigados, desalojados, feridos e desaparecidos, a tragédia já superou o registrado em janeiro de 2010 em Angra dos Reis e abril, na capital e Niterói.

Localidades inteiras foram soterradas por lama no município de Teresópolis. No bairro Caleme, uma represa da Cedae transbordou por causa da tromba d’água, provocando o deslizamento de encostas sobre casas e carros. Em Nova Friburgo, três bombeiros que seguiam para resgatar vítimas quando o carro onde estavam foi soterrado por uma avalanche.
Petrópolis também sofreu devastação em diferentes pontos. O Distrito de Itaipava foi o mais atingido. O soterramento de uma casa na localidade Vale do Cuiabá matou 12 pessoas de uma mesma família. Corpos foram recolhidos por moradores e depositados às margens de um rio à espera de resgate.


quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

História de Belém do Pará (De Aniverário!)

A região onde Belém se localiza era ocupada pelos índios Tupinambás.
O estabelecimento do núcleo da cidade remonta à conquista da foz do Rio Amazonas, fundamental para a defesa da Amazônia por parte de Portugal. No ponto estratégico escolhido para se estabelecer a defesa do território foi fundado, em 12 de janeiro de 1616, o Forte do Castelo do Senhor Santo Cristo do Presépio de Belém, hoje, conhecido como Forte do Castelo.
O povoado que se formou ao redor do forte foi denominado, inicialmente, de Feliz Lusitânia. Depois, chamou-se Santa Maria do Grão Pará, Santa Maria de Belém do Grão Pará e, finalmente, Belém do Pará.
No início do século XVIII, a corte portuguesa embarcava em direção ao Brasil, numa viagem que mudaria completamente o rumo da nossa história. A família real foi parar no Rio de Janeiro, embora Belém tenha se preparado para recebê-la.
Entre 1835 e 1840, a cidade explodiu em sangrento movimento popular independentista: a Cabanagem. Desde a emancipação política do Brasil, em 1822, o Grão-Pará vivia um clima tenso. Distante das decisões do sul do país e fortemente ligada a Portugal, Belém somente reconheceu a Independência do Brasil em 15 de agosto de 1823, quase um ano após a sua proclamação.
A independência não provocara mudanças na estrutura econômica nem modificara as más condições em que vivia a maior parte da população: índios, negros e mestiços.
Em janeiro de 1835, os cabanos dominaram Belém e executaram o governador, Lobo de Sousa, e outras autoridades. O primeiro governador cabano foi o fazendeiro Félix Antonio Malcher, que, fiel ao imperador, foi, também, executado e substituído por Francisco Vinagre. O Governo Regencial retomou Belém. Eduardo Angelim assumiu a liderança dos cabanos, mas a guerra já estava perdida.
Apesar do reconhecimento, por parte do Pará, da independência do Brasil, Portugal continuou mandando no estado. Navios de madeira de lei partiam rotineiramente com destino a Lisboa. Somente na década de 1970, com a construção da Rodovia Belém-Brasília, isso acabou.
No chamado Ciclo da Borracha, entre o final do século XIX e começo do século XX, Belém passou a ter grande importância comercial no cenário internacional e ficou conhecida como Paris N'América. Neste período, foram construídos importantes prédios da cidade, como o Palácio Lauro Sodré, o Teatro da Paz, o Palácio Antônio Lemos e o Mercado do Ver-o-Peso, entre outros.
Paralelamente, chegavam ao Pará levas de imigrantes portugueses, chineses, franceses, japoneses, espanhóis e outros grupos menores, com a finalidade de desenvolverem a agricultura na zona bragantina. Particularmente, os japoneses transformaram o Pará num dos maiores exportadores mundiais de pimenta do reino, a mais nobre das especiarias da Índia.
Assim se compôs a rica cultura paraense, na qual predominam os traços das culturas portuguesa e indígena amazônida.
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